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segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

domingo, 16 de novembro de 2008

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sábado, 15 de novembro de 2008

Artigo

PROJETO: VERDE QUE TE QUERO VIVO – PROTAGONISTAS DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL
Cláudia Simone Almeida de Oliveira
calsimone@bol.com.br
Maria Conceição da Costa Souza
bolatkid@yahoo.com.br


Resumo: Este artigo é resultado da vivência de um projeto interdisciplinar de educação ambiental, desenvolvido na Escola Municipal Cecília Meireles, localizada no Recife. Os objetivos desse estudo inicialmente foram: criar espaços verdes na escola, resgatar a flora urbana, e fortalecer a discussão sobre o meio ambiente e a qualidade de vida. Durante a pesquisa, aprofundamos nosso referencial teórico e ampliamos nosso objetivo geral no sentido de formar cidadãos do mundo com consciência ecológica e ambiental. A concepção desse estudo tem como base, a Ecopedagogia e a Cidadania Planetária, com referenciais de autores como, Freire, Gutiérrez, Gadotti, Sobrinho, Imbernón, Dias e Boff. Além desses, nos aspectos da tecnologia, contamos com Silva e Kenski. Foi realizada uma pesquisa-ação onde os pesquisadores participaram ativamente do contexto, buscando a resolução de um problema inicial, ou seja, havia um prédio escolar novo e grande, mas sem vegetação. Como buscar esse verde para essa escola,compreendendo o ecossistema urbano da própria cidade? Novos olhares se abrem e a questão local também oferece espaço para o debate global das questões ambientais do planeta. Os resultados iniciais foram surgindo de uma prática que realizou parcerias com diversas instituições: Secretaria de Ciências e Tecnologia, Sementeira do Recife e o Sítio da Trindade, que enviaram profissionais especializados para sensibilização e aprofundamento dos temas abordados, dentre eles: arborização, segurança alimentar e desenvolvimento sustentável. Daí foi possível construir com os estudantes um jardim e uma horta escolar, realizar o plantio de fruteiras e plantas medicinais, campanhas e caminhadas ecológicas, palestras com a comunidade, estudo do meio, aplicação de questionários, releitura de obras de arte, entrevistas, atividades culturais e o uso das TICs (Tecnologia da informação e comunicação) para registrar tudo que era produzido durante o projeto. Ao término de nossa pesquisa percebemos uma mudança significativa de comportamento de todos os envolvidos, que passaram a ter uma nova postura cidadã, mudando não apenas a realidade escolar, mas suas ações cotidianas em relação a preservação do planeta na perspectiva de uma educação para a sustentabilidade.A culminância dessa pesquisa se deu com a produção de um documentário multimídia.


Palavras-chaves: Educação ambiental, tecnologia, ecopedagogia, prática pedagógica cidadania.


1. INTRODUÇÃO

O projeto político pedagógico de uma instituição de ensino que acredita na gestão democrática busca educar para a cidadania e isso exige das escolas, públicas ou privadas, preocupações não apenas com a participação política, mas também com as questões sociais, econômicas, culturais e ambientais e éticas.
No momento atual fala-se muito em cidadania planetária. De acordo com (BOFF, 1995) este tipo de cidadania refere-se a um conjunto de princípios, valores, atitudes e comportamentos que demonstram uma nova percepção da terra como uma única unidade.
Nesse sentido, identificamos uma referência ética diretamente ligada a ecologia e ao meio ambiente, isso faz com que a educação cruze os muros da escola e ganhe os espaços públicos, com o objetivo de oferecer a todos os atores da comunidade escolar um novo olhar na construção do conhecimento.
Este estudo surgiu de uma ação didática na escola, envolvendo a consciência ambiental e a criação de espaços naturais na mesma. Entretanto, ao investir na discussão do projeto com a comunidade escolar, percebeu-se a necessidade de aprofundar o referencial teórico e a compreensão de Educação ambiental para promoção de ações de desenvolvimento sustentável desses atores. Dessa forma a pesquisa científica originou-se a partir da prática reflexiva, que geralmente se limita aos educadores, mas neste caso específico, surgiu de uma situação concreta que configurou a pesquisa-ação.
O objetivo, portanto, da pesquisa foi compreender como uma ação coletiva, que surge da necessidade construída pela realidade de uma comunidade escolar pode atingir a consciência de uma cidadania ativa, planetária e ambiental. Este projeto deu margem a várias discussões e reflexões, mas este artigo levará em consideração apenas este viés.
A relevância desta pesquisa confirmou-se na medida que funcionou como eixo articulador das ações pedagógicas de forma reflexiva planejada, através da pedagogia de projetos, comprovando a importância de uma gestão democrática que favoreça as condições de mobilização da comunidade escolar na resolução de problemas e apontando novas possibilidades pedagógicas, tais como, a tecnologia na educação e a ênfase na educação ambiental, fortalecendo e concretizando o Projeto Político Pedagógico através do diálogo com os sujeitos e com a ciência.
Assinalamos de acordo com Gadotti (2000) algumas categorias necessárias para análise das perspectivas atuais da educação e que nos abrem novos caminhos para uma educação que tenha o futuro como possibilidade. Dentre essas categorias destacamos: a cidadania ativa; a planetaridade; a sustentabilidade; a virtualidade; a globalização e a dialogicidade, dialeticidade.
Dessa forma, desenvolver uma cidadania planetária com práticas que tratem o planeta com mais respeito responsabilidade social é segundo Boff (1996) afirmar que a terra é o novo paradigma.
Levando em consideração a gestão democrática nas escolas públicas devemos fortalecer a autonomia das mesmas, superando as desigualdades e obtendo ao mesmo tempo o respeito às diferenças enfatizando a construção de uma educação com responsabilidade ambiental.
Segundo Gutiérrez (1997, P.41) as exigências de uma sociedade planetária devem ser trabalhadas pedagogicamente, desenvolvendo novas capacidades, das quais destacaríamos: criar, sentir, recriar, informar-se, comunicar-se, sistematizar, tomar decisões e pensar em totalidade. Tais capacidades são necessárias para a viabilização daquela gestão democrática que se falou anteriormente.
Neste contexto precisamos construir uma cultura de sustentabilidade que vise à preservação do meio ambiente e precisamos investir em recursos humanos ,o que Pineau (1992) chama de uma ecoformação, buscando a construção da consciência ecológica, efetuando uma formação continuada dos educadores que leve em conta os aspectos de uma possível ecopedagogia, na busca de uma educação para a conservação da vida, em todas as suas dimensões, construindo uma sociedade mais justa que assuma um compromisso com as gerações futuras.
A ecopedagogia na realidade surge com Paulo Freire quando ele fala sobre uma educação problematizadora, vislumbrando um perfil do indivíduo mais atuante, crítico,analítico,transformador, consciente e participativo. Outros teóricos como Gutiérrez e Prieto (1994) definem pedagogia como o trabalho de promoção da aprendizagem através de recursos necessários ao processo educativo no cotidiano das pessoas. Sendo assim para entender a ecopedagogia precisamos compreender a importância do desenvolvimento sustentável, sensibilizando a sociedade civil para realizar parcerias com o estado, dando a sua parcela de contribuição, fortalecendo as políticas públicas já existentes e reivindicando novos avanços.
Há também nas escolas, propostas de educar para uma cidadania global e aqui devemos entender que o desenvolvimento tecnológico é real e faz parte do desenvolvimento científico. O problema da globalização é a competição, os interesses de mercado, a ambição das grandes empresas, que destroem tudo em nome dos interesses pessoais de uma elite financeira mundial.
Segundo Gadotti (2000) a virtualidade, através da mídia eletrônica cria um espaço acústico capaz de globalizar os acontecimentos cotidianos. Além da sociedade em rede, através da internet, outros recursos tecnológicos podem ser melhor aproveitados nas escolas criando uma nova cultura, uma nova realidade informacional.
Sobre educação e tecnologias, Kenski (2007) diz que nos ambientes digitais reúnem-se a computação (a informática e as suas aplicações), as comunicações (transmissão e recepção de dados, imagens, sons etc.) e os diversos tipos, formas e suportes em que estão disponíveis os conteúdos (livros, filmes, fotos, músicas e textos).
A interação nesse sentido é muito importante no trabalho escolar, o poder da linguagem digital, baseado no acesso dos computadores e suas variadas mídias, influencia cada vez mais a formação de valores e atitudes, muda o conceito tradicional de tempo e espaço, diminuindo as distâncias e as diferenças.
Sendo nós cidadãos de um mundo virtual sem fronteiras, precisamos também estar atentos a qualidade da água que bebemos, do ar que respiramos, dos alimentos que consumimos, do lazer que temos, tudo isso, na maioria das grandes cidades está ameaçado, os grandes problemas do planeta atinge a nossa vida sutil ou intensamente.
Gutierrez (1996) afirma que o local, torna-se global e o global torna-se local e sendo assim, a cidadania ambiental local torna-se também cidadania planetária.
A escola cidadã nasce dessa visão crítica e ampliada do mundo. Nesse contexto os estudantes da Escola Municipal Cecília Meireles desenvolvem o projeto: Verde que te quero vivo - Protagonistas da Educação Ambiental. A idéia surge no âmbito de uma grande vitória desta comunidade escolar que havia durante mais de dois anos solicitado em vários fóruns, inclusive com a participação dos estudantes no Orçamento Participativo da Criança, um novo prédio escolar, com mais espaço e conforto, e estavam justamente comemorando essa nova realidade, de uma escola geograficamente maior, quando identificaram um problema local: Havia quase total ausência de vegetação nesse novo ambiente escolar, daí nasceram as primeiras questões problematizadoras do nosso projeto: Como trazer mais verde para escola? Em que lugares do Recife encontraríamos esse berçário de plantas para construir um jardim e uma horta escolar e um pequeno pomar?Essas atividades propostas estavam inseridas nas estratégias de preservação e elevação da qualidade de vida urbana.
Segundo Dias (2006) o ser humano parece sentir-se bem com plantas por perto. Elas trazem consigo a presença do mundo natural, com suas cores, aromas, formas e estética.
No âmbito dessa idéia de resgatar a flora urbana, que teima em sobreviver apesar de tanta devastação, queimadas desmatamento e poluição, se fazendo presente nos becos, ruas, córregos, avenidas, morros,rios,nos mangues e praias.Trazer o verde para escola, buscando-o na própria cidade,respeitando o seu ecossistema foi o desfio dos estudantes da educação Infantil, educação Fundamental e Educação de Jovens e adultos, mediados por uma equipe pedagógica que acolheu o projeto desde o início, encontrou nas imediações do bairro de Casa Amarela, a sementeira do Recife. Nesse local encontramos profissionais preciosos, arquitetas paisagistas e agrônomas, que nos ofereceram total apoio, dando palestras para crianças e adultos, visitando a escola, doando as mudas, ensinando a mexer com a terra, plantando junto com os estudantes diversas espécies de plantas, construindo uma significativa área verde com ajuda dos pais e toda comunidade.
Outra parceria importante foi com a Secretaria Municipal de Ciência e Tecnologia, que nos enviou um engenheiro florestal que realizou a sensibilização dos professores e estudantes, acompanhou as crianças e os jovens na construção da horta escolar, como também no plantio de plantas medicinais. Além disso, realizou palestras com os a comunidade sobre alimentação e qualidade de vida com a presença de nutricionistas do Sistema Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional do Recife.

2. METODOLOGIA

A pesquisa realizada tem uma abordagem qualitativa, exploratória. É uma pesquisa participante através de pesquisa-ação, que representa uma forma de intervenção social empírica concebida e realizada em associação com o pensar, agir e resolução de problemas coletivamente, onde os pesquisadores interferem no contexto investigado.
O projeto foi desenvolvido por toda equipe pedagógica da escola, envolvendo a direção, equipe técnica, funcionários, pais, conselho escolar e cerca de 500 estudantes da Educação Básica.
A Escola Cecília Meireles, situada no Bairro do Buriti, funciona nos três turnos, com modalidades de ensino da Educação Infantil, Ensino Fundamental e Educação de Jovens e Adultos (EJA). A comunidade circunvizinha é formada por pessoas simples, moradores de morros, córregos e vilas. Apesar do novo prédio ter uma boa localização, faltava-lhe ainda ambientes arborizados e sem impactos ambientais, as pessoas colocavam lixo na frente da escola e na pracinha em frente ao prédio.Trata-se de uma pesquisa aplicada,que procurou ampliar a compreensão dos problemas ambientais do bairro, iniciando o processo pela própria escola
Diante da grande quantidade de resultados e articulações dos objetivos, iremos destacar a discussão sobre a consciência ambiental neste artigo. Dessa forma, entre os vários procedimentos metodológicos aplicados no projeto, destacaremos os seguintes para esta investigação: Estudo do meio através de aula passeio registrando os problemas ambientais através de fotografias e entrevistas, círculos de conversas realizadas junto a açudes,praças e sítios; palestras diversas,plantio de mudas doadas pela sementeira do Recife, oficinas de reciclagem,teatro de fantoches,recital de poesia,construção de jornal mural,releitura de obras de arte sobre paisagismo,vivência do ciclo Junino com ênfase na obra de Luiz Gonzaga e apresentação do xote ecológico, a construção da horta e do jardim que transformaram a paisagem da escola, no aspecto da educação e tecnologia, além das pesquisas na nova biblioteca e no laboratório de informática do núcleo de tecnologia do Largo Dom Luiz de casa Amarela, foi construído um documentário em formato de DVD multimídia e pesquisas no laboratório de informática. Valendo ressaltar que ainda existem atividades em andamento até o término do ano letivo de 2008, como o passeio dos jovens e adultos na Escola Ambiental águas do Capibaribe e a realização da Mostra de Ciências e Artes.



3. RESULTADOS

Com base nas categorias já explicitadas da planetaridade, sustentabilidade, virtualidade, globalização e dialogicidade dialética , analisaremos os resultados dessa pesquisa.
Nossos objetivos foram alcançados, colocamos mais vegetação no espaço escolar de maneira reflexiva, pensando não apenas na escola, mas também analisando as questões da planetaridade, reconhcendo-nos como parte de uma comunidade global. Construimos com os estudantes, professores, pais e funcionários um patrimônio ambiental de valor incalculável, colocamos as mãos na terra e fizemos um jardim , uma horta orgânica,uma plantação de fruteiras e palmeiras imperiais ao redor da escola, assim como plantas medicinais.Paralelamente, discutimos a fome, as doenças e os impactos ambientais no mundo,compreendendo o currículo,como busca do saber sistematizado,científico,organizado,mas que vê sempre o estudante como sujeito do seu próprio conhecimento e as situações didáticas a partir da vida cotidiana.
Nesses primeiros grandes resultados percebemos o valor da dialogicidade de uma gestão democrática, atuando nas contradições de uma dialética que implica no seguinte ponto de vista: para todo problema existe a possibilidade da solução,exercendo cidadania ativa e desenvolvendo uma educação ambiental compeendida como mudança de postura frente aos problemas da natureza, preservando a vida em todos os espaços do planeta, com maior autonomia, essa autonomia sendo o caminho da cidadania planetária, sujeito da práxis que acredita na sustentabilidade.
Utilizando computadores, celulares, máquinas fotográficas, filmadoras e CDs , construímos um documentário multimídia sobre educação ambiental com fins exclusivamente educativos, com a participação e autorização de todos os envolvidos, contando a história do projeto Verde que te quero vivo- protagonistas da educação ambiental, registrando a memória pedagógica da própria comunidade, os caminhos vivenciados até chegar nesses resultados que deverão ser respeitados pelos novos estudantes, matriculados ano, após ano,juntamente com os pais que devem preservar a herança ambiental de valor incalculável construída por uma rede solidária. A referência a essa duas categorias de virtualização e globalização possibilitou a criação da Comunidade Virtual: Verde que te quero vivo-protagonistas da educação ambiental, da qual participam todos os seguimentos da Escola Cecília Meireles
Sujeitos de um mundo globalizado, conectados através da internet, a qual possibilitou pesquisas de diversos temas ligados a fauna e a flora,a virtualidade também é uma realidade próxima o que nos mostra que independente de classe social, precisamos enquanto educadores trabalhar esse aspecto da tecnologia e lutar contra a globalização econômica que enfoca o consumismo e o desperdício.Foi um as na comunidade para diminuir os impactos ambientais como colocação inadequada de lixo nos ambientes próximos à escola, mudança de postura em relação a retirada da vegetação das barreira, que antes provocava erosão, formação de consciência ecológica baseados numa educação voltada para a sustentabilidade, evitando todo tipo de desperdício, preocupação coletiva com a conservação do meio ambiente e a qualidade de vida.

4. CONCLUSÕES
Durante a pesquisa ocoreu uma ação permanente e participativa de todos os atores, os quais mostraram-se bastante motivados, felizes, agindo com prazer, interagindo de forma concreta valorizando as necessidades coletivas e construindo uma escola de qualidade, aplicando um projeto político pedagógico que colocou a Educação ambiental como centro do debate pedagógico. Como afirma GADOTTI,( 2000,p58b ) ninguém abandona o que é seu e o que gosta.
A necessidade da equipe pedagógica em registrar tão rica pesquisa, despertou o valor da tecnologia na educação,porém de uma tecnologia especial, que tem como base a linguagem, e é chamada por alguns teóricos de tecnologia da inteligência. Segundo(KENSKI, 2007p 28)baseados no uso da linguagem oral, da escrita e da síntese entre som,imagem e movimento, o processo e uso dessas mídias compreendem tecnologias específicas de informação e comunicação, as TICs.
Cria-se agora grandes possibilidades para o trabalho pedagógico, uma nova cultura, um amplo recurso de registro da práticas, ressignificando o espaço escolar, os locais da cidade e do mundo em espaços interativos de formação transformando da cidadania ativa.


5. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
BOFF,Leonardo. Ecologia o grito da terra, grito dos pobres. São Paulo:Ática,1996.
Dias,GenebaldoFreire.Atividades interdisciplinares de Educação Ambiental.2.ed.rev.apl.e atual.São Paulo.Gaia,2006.
_________________.Educação ambiental:princípios e práticas.8.ed.São Paulo:Gaia,2002.400p.
Gadotti,Moacir.Ecopedagogia:pedagogia para o desenvolvimento sustentável in anais do I Congresso Internacional de Educação de Santa Catarina,SC,1998,p.29-59.
GUTIÉRREZ,Francisco e Cruz PradoR. Ecopedagogia y cidadania planetária.Heredia,Costa rica,Editorialpe,1997.


6. AGRADECIMENTOS

A Secretaria de Educação Esporte e lazer , por todo apoio estrutural necessários às aulas passeio como os diversos ônibus que conseguiram levar todas as 21 turmas da escola, apoio de estagiários e filmadora para registrar parte das imagens utilizadas no documentário.

A Secretaria de Ciência e Tecnologia, pelo apoio profissional de um especialista na área de engenharia florestal que trabalho na formação dos educadores e apoiou os alunos na construção da horta escola.

A Sementeira do Recife que nos ofereceu preciosos profissionais, arquitetas, paisagista e agrônoma que nos apoiou na construção do jardim da escola e nas palestras com as crianças e adultos sobre ecologia e meio ambiente.

Aos Diretores do Sítio da Trindade por nos cederem esse ambiente precioso para nossas atividade pedagógicas tão próximas à natureza.

A toda comunidade escolar que conseguiu com união e determinação realizar esse projeto tão significativo para todos que estão construindo uma nova escola de qualidade anteriormente denominada de Escola Anexo do Presbítero José Bezerra e agora chamada, Escola Municipal Cecília Meireles, nome este em homenagem a essa grande poetiza, idéia que também nasceu de outro projeto didático: Brincando com as palavras , um encontro com a poesia.

7. ANEXOS

Carta da Terra 3

Carta da Terra 2

domingo, 9 de novembro de 2008

SALVE O PALENTA

Carta da Terra 1